quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Opinião – Ceará: devagar, porque o santo é de barro…

No futebol, uma derrota pode vir de diversas formas e trazer inúmeras consequências. 90 minutos são uma ‘vida’ no tempo do esporte e muita coisa pode acontecer. Jogadores expulsos, um lance desconsertante de um meia, a falha do goleiro estão fora do alcance dos técnicos de futebol. Mesmo acreditando que técnico perde e vence jogo, considero também que nem toda derrota está diretamente ligada à proposta tática.




Olho o caso do Ceará, preocupado. O time não pode perder, porque a culpa é sempre do técnico. Até acho que ele tem mexido além da conta. Por esse simples detalhe que os resultados negativos não podem ser colocados na contabilidade de Mário Sérgio. Diferente de seu antecessor, Estevam Soares, Mário idealiza fazer um ‘novo’ time. No que podemos responsabilizá-lo é em ter mudado o sistema que não precisava de retoques: a defesa. Mas junto com o novo técnico veio uma proposta diferente de jogo. Isso nós devemos respeitar.



Não sei por qual motivo que os acontecimentos em Porangabussu são superdimensionados. Tudo repercute demais! Quer ver um exemplo?! Uma sequencia de cinco partidas sem vencer: mudança de técnico. Como se na série A não houvesse esse jejum! O Botafogo, que investiu muito para este campeonato, ficou oito partidas sem vencer e nem por isso Joel Santana foi demitido. O Palmeiras, de Felipão também passou por maus bocados. Ele saiu?! Não! E lembre que estamos exemplificando times candidatos a título. Diferente do Ceará que luta por uma permanência.



Tocar o barco em águas mansas é fácil, mas se mostra força quando o mar está agitado!

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